Não há coincidências

•Terça-feira, Fevereiro 9, 2010 • Deixe um Comentário

Está confirmado.

Ando mesmo a ser perseguida.

Já são dois.

É coincidência a mais.

Começo a ficar preocupada.

Um depois de tanto tempo vem trabalhar para a mesma empresa que eu.

O outro estaciona na rua da minha empresa e fica ali no carro, assim sem fazer o que quer que seja.

Não, não é coincidência, é mesmo perseguição.

Até porque não há coincidências!

Há é coisas muito estranhas, isso sim.

Só comigo!

Sorte

•Segunda-feira, Fevereiro 8, 2010 • Deixe um Comentário

A sorte não bate duas vezes na mesma porta…

Mas parece que há por aí muito boa gente que não percebe isso…

De mim para mim

•Segunda-feira, Fevereiro 8, 2010 • Deixe um Comentário

Está decidido.

Vou mesmo comprar , para fazer exercício em casa também.

O que eu faço parece que ainda não é suficiente.

Ser mulher é complicado, muito complicado mesmo!

Vamos lá ver se resulta.

E depois, também me posso divertir.

Undisclosed Desires

•Segunda-feira, Fevereiro 8, 2010 • Deixe um Comentário

Porque há músicas que parecem que foram escritas para nós…

Sonho

•Domingo, Fevereiro 7, 2010 • 1 Comentário

 

Esta noite sonhei contigo.

Comigo.

Que tinha deixado de ser cobarde.

Que tinha encontrado a melhor forma de te dizer.

Que te dinha contado.

Mas foi só um sonho.

Porque na verdade continuo a ser cobarde.

Não deveria, mas sou.

Simplesmente não consigo dizer-te.

Afinal o pior que me podia acontecer era ouvir um não.

Mas algo me impede, sempre.

A vida não é como nos sonhos.

E estes nem sempre se realizam.

O Amor, Quando Se Revela

•Sábado, Fevereiro 6, 2010 • Deixe um Comentário

O amor, quando se revela,
Não se sabe revelar.
Sabe bem olhar p’ra ela,
Mas não lhe sabe falar.

Quem quer dizer o que sente 
Não sabe o que há de dizer. 
Fala: parece que mente 
Cala: parece esquecer

Ah, mas se ela adivinhasse, 
Se pudesse ouvir o olhar, 
E se um olhar lhe bastasse 
Pra saber que a estão a amar! 
Mas quem sente muito, cala; 
Quem quer dizer quanto sente 
Fica sem alma nem fala, 
Fica só, inteiramente! 
Mas se isto puder contar-lhe 
O que não lhe ouso contar, 
Já não terei que falar-lhe 
> Porque lhe estou a falar…

Fernando Pessoa

Já ouviram, já ouviste?

•Segunda-feira, Fevereiro 1, 2010 • Deixe um Comentário

Já ouviram falar no amor?

Aquele que faz o coração bater com mais força,

Que torna a vida melhor,

Que faz mover o mundo.

Mas que também magoa, moí e mata.

Já ouviram falar?

No amor eterno e passageiro,

No amor condicional e incondicional,

No amor correspondido e não correspondido,

No amor certo e incerto,

No amor real e platónico,

No amor presente e ausente,

No amor próximo e distante,

No amor constante e inconstante,

No amor egoísta e altruísta,

Já ouviram falar?

Já ouviste?

No amor que sinto por ti.

A ferros

•Quinta-feira, Janeiro 28, 2010 • Deixe um Comentário

Esta semana tem sido uma autêntica prova de fogo.

Os nervos à flor da pele e uma correria sem limites.

Estou tão cansada, tão esgotada que até conseguir manter os olhos abertos é uma tarefa praticamente impossível.

Precisava mesmo de dormir 24 horas seguidas para conseguir recuperar e ainda assim não sei se chegava.

Estou um caco.

Querer

•Sábado, Janeiro 23, 2010 • Deixe um Comentário

Não te quero senão porque te quero

E de querer-te a não querer-te chego
E de esperar-te quando não te espero
Passa meu coração do frio ao fogo.
-
Te quero só porque a ti te quero,
Te odeio sem fim, e odiando-te rogo,
E a medida de meu amor viageiro
É não ver-te e amar-te como um cego.
-
Talvez consumirá a luz de janeiro
Seu raio cruel, meu coração inteiro,
Roubando-me a chave do sossego.
-
Nesta história só eu morro
E morrerei de amor porque te quero,
Porque te quero, amor, a sangue e a fogo.
-
Pablo Neruda

O dia em voltei à rotina…

•Quinta-feira, Janeiro 21, 2010 • Deixe um Comentário

Faz hoje um mês que tive o acidente e já voltei às recolhas.

Algum dia tinha que acontecer.

A viagem correu bem, mas sempre que fazia uma curva o meu estômago saltava.

O mais estúpido, é que quando conduzo o meu carro isso não acontece.

Quer dizer, se calhar acontece, mas não com a mesma intensidade.

Não sinto tanto receio.

Enfim, tenho que ultrapassar isto algum dia.

Entretanto, devagar, muito devagarinho, lá vou voltando ao normal.